sexta-feira, 1 de junho de 2012

Acupuntura Urbana


Uma visão diferente sobre as cidades do mundo. 


Jaime Lerner conta como reinventou o espaço urbano. Neste processo, ele mudou a forma como os planejadores urbanos de todo o mundo veem o que é possível ser feito na mobilidade das cidades. Ele enfatiza que é possível melhorar qualquer metrópole em apenas três anos, como o que chama de Acupuntura Urbana. 

Lerner desenvolveu projetos para várias cidades brasileiras como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, Aracaju, Natal, Goiânia, Campo Grande e Niterói, entre outras. Também trabalhou em Caracas (Venezuela), San Juan (Porto Rico), Xangai (China), Havana (Cuba), Seoul (South Korea); e foi consultor das nações Unidas para assuntos urbanos.
Foi professor convidado pela Universidade de Berkeley, Califórnia e deu diversas palestras nas Universidades de Cincinnati (USA), Columbia (USA), Osaka (Japão) entre outras. Participou também de seminários e congressos em diversos países como Colombia, Porto Rico, Espanha, França, Inglaterra, Japão, Estados Unidos, China e Emirados Árabes. Recentemente ministrou curso como professor convidado pela Universidade de Columbia.
Esse vídeo mostra a lógica que possibilitou a transformação de Curitiba-PR em uma das cidades mais eficientes do mundo.


Programa de Pós-Graduação em Educação - Seleção 2012 - Candidatos Aprovados


Parabéns aos candidatos aprovados no Programa de Pós-Graduação em Educação da FFCLRP-USP. Em especial, aos membros pesquisadores do Grupo de Estudos da Localidade, José Faustino de Almeida Santos e Valquíria Meneguez.
CANDIDATOS APROVADOSORIENTADORES
Fábio Monari PaivaJose Marcelino de Rezende Pinto
Jacqueline Meireles RonconiSoraya Maria Romano Pacífico
José Faustino de Almeida SantosAndrea Coelho Lastória
Lilia de Souza OctavioElaine Sampaio Araújo
Lívia Brassi Silvestre de OliveiraTeise de Oliveira Guaranha Garcia
Luana de Paula RochaTeise de Oliveira Guaranha Garcia
Maria Aparecida MirandaElaine Sampaio Araújo
Mariana Morales da SilvaSoraya Maria Romano Pacífico
Mariana Simões Flório FerreiraGeraldo Romanelli
Paula Daniele FerraresiJose Marcelino de Rezende Pinto
Rafael José da SilveiraTeise de Oliveira Guaranha Garcia
Tiago Henrique da Silva RamosElmir de Almeida
Valquíria Aguiar MeneguezAndrea Coelho Lastória

domingo, 27 de maio de 2012

Inviáveis soluções para as crises


Maria Luisa Mendonça e Fábio T. Pitta
de São Paulo (SP)    

 O geógrafo britânico David Harvey - Foto: Reprodução
O geógrafo britânico David Harvey é um dos principais intelectuais marxistas hoje e está entre os vinte cientistas sociais mais citados em todo o mundo. Atualmente é professor na City University of New York e esteve no Brasil recentemente para o lançamento de seu livro O Enigma do Capital e as Crises do Capitalismo, publicado pela Editora Boitempo. A análise de Harvey sobre a crise no modo de produção capitalista tem sido sistemática nas últimas décadas, desde o livro clássico The Limits to Capital (Os Limites do Capital) publicado originalmente em 1982. O autor resgata o pensamento de Marx de forma complexa e ao mesmo tempo didática, para mostrar criticamente as contradições inerentes ao capitalismo, com a intenção de apontar possibilidades de superação deste modo de produção.     
Brasil de Fato – O senhor tem analisado o processo de crise há bastante tempo, especialmente desde seu livro Os Limites do Capital. Como caracteriza estes limites no contexto da atual crise? Seria possível dizer que existe um processo simultâneo de crise e acumulação de capital?
David Harvey – Inicialmente é preciso entender que o capital nunca resolve seus problemas, apenas os transfere para outro lugar. Há hoje um aumento na velocidade com que essa transferência é feita, pois o movimento do capital é determinado de acordo com o jogo de poder político, que protege uma pequena elite financeira. Nos Estados Unidos, a grande maioria da população continuará a sofrer os efeitos da crise, que parece ter chegado a um patamar político. Ou seja, eu vejo que a crise, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, é mais política do que econômica. Por isso a crise se estende e aumenta, de acordo com os interesses de uma pequena classe de capitalistas. Vemos uma crescente concentração de riqueza no Brasil, na Índia, na China e, é claro, nos Estados Unidos.        
Como o senhor avalia as saídas tradicionais que têm sido utilizadas para lidar com a crise, sejam neoliberais ou keynesianas? Quais os limites destas receitas? É possível diferenciar estes dois campos ou o que vemos é transferência de mais-valia social para o setor privado através do aparelho estatal?    
A expansão da economia nos Estados Unidos nas últimas décadas se deve em grande parte ao crescimento do mercado imobiliário – o que veio a causar a bolha financeira neste setor. Isso mostra que não é possível sair da crise através das alternativas tradicionais. Ao mesmo tempo, vemos que o mesmo processo de acumulação está acontecendo na China, onde se desenvolvem grandes projetos imobiliários e de infraestrutura. De certa forma, a China está implantando um projeto semelhante ao que ocorreu nos Estados Unidos na década de 1950, com a expansão dos subúrbios urbanos e a construção de rodovias, estimulada pela indústria automobilística. Podemos identificar este tipo de saída keynesiana ocorrendo no capitalismo global onde há crescimento, inclusive crescimento acelerado. Na América Latina, vimos revoltas contra o velho estilo do neoliberalismo e hoje há uma tendência keynesiana na economia. Já em países onde a receita neoliberal tem sido aplicada, como Europa e Estados Unidos, a crise se agrava. Mas é claro que isso não significa que o capitalismo global será salvo se todos se tornarem keynesianos. Os limites do sistema keynesiano já estão aparecendo na China, onde há uma superprodução de infraestrutura, uma bolha de ativos econômicos e aumento da inflação. Creio que podemos observar o mesmo processo na Argentina e no Brasil, o que revela os limites tradicionais do modelo keynesiano.     
No livro O Enigma do Capital o senhor caracteriza a crise atual de forma distinta das crises cíclicas, como na concepção de ciclos de Kondratieff, de queda tendencial da taxa de lucro ou da idéia de que as crises são consequência da queda do consumo ou do subconsumo. É possível dizer que a própria narrativa do livro mostra este processo?
O pensamento marxista tradicional imagina que exista uma única contradição através da qual as crises se desenvolvem no capitalismo. Porém, se observamos particularmente o segundo volume de O Capital, vemos que o que existe é um processo com vários momentos e, em cada um destes momentos, há a possibilidade de um bloqueio, o que gera a possibilidade de crise. Por exemplo, pode haver um bloqueio por falta de financiamento, como nos anos de 1970 quando os economistas falavam em “depressão financeira”. Isso levou ao processo de desregulamentação financeira, também caracterizado como “liberação de capital”. Mas ninguém fala sobre isso hoje. Naquele período havia uma classe trabalhadora mais organizada e o poder salarial era bem mais forte. Hoje isso não ocorre e, portanto, é difícil justificar a crise jogando a culpa nos sindicatos, como aconteceu anteriormente. No livro eu procuro mostrar que não é possível entender a crise a partir de um único lugar, mas perceber que há uma série de bloqueios, inclusive bloqueios em relação ao suprimento de energia ou recursos naturais. Eu procuro juntar estes elementos e pergunto: onde este processo está localizado hoje e para onde deverá ou poderá mover-se? Como o capital poderá superar um determinado bloqueio? Ou seja, eu não concentro a análise da crise em uma única explicação, como na diminuição do consumo ou na queda da taxa de lucro. Minha análise parte de uma combinação de fatores, que pode incluir todos estes elementos e por isso é preciso estudar concretamente. A teoria de Marx sobre a crise fala sobre possibilidades de crises. Por isso devemos procurar entender como essas possibilidades se transformam em realidade. Através de quais processos sociais?      
Jovens reunidos na Ocupação Wall Street,
em Nova York - Foto: asterix611/CC
Em nenhum momento do livro identificamos o objetivo de procurar resolver a crise. É isso mesmo? 
Claro, o capital não pode resolver sua crise.    
Como o senhor vê a luta de classes hoje e os movimentos de protesto que falam em transformação através da idéia de que somos “os 99%”? Há dois tipos de possibilidades sendo debatidas. Uma seria manter o capitalismo através de mecanismos de retenção e regulação, o que poderia causar flutuações, mas não grandes fraturas. Seria uma forma de reorquestrar o capitalismo para que não causasse tantos danos como hoje, para promover mais igualdade, alguma distribuição de riqueza e sustentabilidade ambiental, como muitos na esquerda defendem. Outras pessoas dizem que não há saída no modo de produção capitalista e que é necessário buscar outras alternativas, com mudanças estruturais políticas e econômicas. É claro que as crises podem ocorrer em qualquer sistema, já que não é possível imaginar uma sociedade onde tudo funcionaria perfeitamente. Mas em um sistema não-capitalista as crises seriam de outro tipo. Acho que estamos nessa encruzilhada histórica, onde não temos muita segurança do que seria possível. Então surge o debate sobre reforma ou revolução. Eu acredito que há reformas que levam à revolução. As economias se tornaram tão interdependentes que uma proposta de revolução imediata poderia gerar catástrofes com muitas mortes. Então a questão seria avaliar que tipo de reformas teria um caráter revolucionário e levaria a outro sistema que abolisse a relação de classe, já que a essência do capitalismo é a relação entre capital e trabalho. Portanto, um projeto anticapitalista teria de erradicar a relação de classe. Há diversos movimentos pensando nessa direção como, por exemplo, as cooperativas de trabalhadores que recuperaram fábricas, mas alguns acabam reproduzindo um sistema de exploração capitalista, no qual os trabalhadores são seus próprios patrões. Portanto, não é suficiente pensarmos em termos de microeconomia, é necessário repensar a macroeconomia.     
Como o senhor vê o processo que descreveu como “acumulação por espoliação” na atualidade? Devemos analisá-lo como uma característica dos limites do capital ou como uma forma que o capitalismo encontra para, digamos, se reciclar?
Na medida em que o capital apresenta maior dificuldade para se sustentar, principalmente nos últimos 30 anos, aumenta a espoliação. Vemos hoje um enorme processo de expropriação e destruição de ativos e bens em várias partes do mundo, como no caso do mercado imobiliário, das poupanças e do roubo de direitos sociais, como no caso da saúde pública. Isso representa um enorme processo de acumulação por espoliação. Ao mesmo tempo, desde 2007, vemos uma enorme grilagem de terras por agentes particulares, empresas e governos em várias partes do mundo. A China, por exemplo, tem participado ativamente deste processo. Mas também vemos resistência política contra a espoliação. Estes movimentos de resistência podem se converter na base para uma transição anticapitalista. Além dos operários, todos os trabalhadores que produzem e reproduzem os centros urbanos e as organizações de luta pela terra podem se converter em um movimento massivo de construção de uma sociedade não-capitalista.   
Como o senhor analisa a possibilidade de uma nova guerra nesse momento de crise, dado o poderio bélico estadunidense armazenado?
Na verdade o que existe é uma guerra permanente em toda a história do capitalismo. Hoje os Estados Unidos estão envolvidos em duas guerras. Seria viável pensar em uma terceira frente de guerra? Eu não saberia responder. A questão é analisar qual o papel econômico da guerra, não apenas o aspecto geopolítico das guerras. Nos Estados Unidos há setores financeiros poderosos mesclados com a indústria bélica, que defendem a necessidade de desenvolver melhores tecnologias militares e com isso procuram justificar uma nova guerra. Por outro lado, seria possível resolver o problema da dívida nos Estados Unidos simplesmente cortando o orçamento militar, que representa o dobro de todos os gastos militares em nível mundial. Existem propostas nesse sentido, mas uma forma de evitar esses cortes seria iniciar outra guerra para justificar os gastos militares e, por isso, existe a possibilidade de uma ação contra o Irã. Ao invés de cortes nos gastos militares o que tem ocorrido são cortes nos programas sociais. Se analisarmos a relação entre a corrida armamentista e a dívida nos Estados Unidos, vemos que aumentou muito durante a Guerra Fria e o governo de Reagan, e seguiu aumentando nos governos de Bush.

Novo modelo do transporte coletivo urbano de Ribeirão Preto




O Pró-Urbano – Consórcio Ribeirão Preto de Transportes é o vencedor do processo de licitação para a exploração e prestação de serviços de transporte coletivo público de passageiros.

Com a implantação da nova rede de transporte coletivo, várias mudanças serão realizadas. 
O detalhamento dessas mudanças está disponível neste link: http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/transerp/concessao_transp.pdf

Rádio UFSCar

Rádio UFSCar estreia série de programas especiais sobre a Rio+20 e Cúpula dos Povos.



A Rádio UFSCar estreou nesta quarta-feira, 23/5, uma série de programas especiais intitulados "Planeta em Foco – Rio+20 e Cúpula dos Povos em Debate", que abordam os assuntos a serem discutidos nos eventos Rio+20 e Cúpula dos Povos, que serão realizados em junho no Rio de Janeiro.

A série trata de temas como, saúde ocupacional, movimentos de trabalhadores, justiça ambiental, movimentos indígenas, educação
ambiental, reciclagem, mudanças climáticas, Eco 92, dentre outros.

O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 6 horas e 12h30, logo após o Notícias UFSCar. Às sextas-feiras, as entrevistas da semana são reprisadas das 18 às 19 horas.

A Rádio UFSCar pode ser acompanhada na frequência 95,3FM para São Carlos e região e também pela Internet, no site www.radio.ufscar.br.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

I Encontro de Educação Ambiental do CBH-Pardo


100 dias de mobilização pelas águas do Pardo

O COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO PARDO (CBH-PARDO), por meio da Câmara Técnica da Agenda 21 e Educação Ambiental (CT-AEA) realizará o “I Encontro de Educação Ambiental do CBH-PARDO: 100 dias de mobilização pelas águas do Pardo”.

OBJETIVOS DO ENCONTRO: Promover um espaço de troca de experiências e apresentação dos trabalhos desenvolvidos no período do Dia Mundial da Água (22 de março) ao Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho) por diversas instituições atuantes nos 27 municípios que compõem a Unidade de Gerenciamento de Recursos Hídricos/UGRHI 4 - Pardo. Dessa forma, a CT-AEA pretende incentivar, apoiar e articular as atividades que normalmente já são desenvolvidas pelos municípios (ex.: secretarias municipais de educação, secretarias municipais de meio ambiente, entre outros), entidades da sociedade civil (ex.: ONGs, coletivos educadores, instituições de ensino superior, entre outros) e órgãos do Estado (ex.: Secretaria do Meio Ambiente, Secretaria da Agricultura, Polícia Ambiental, diretorias de ensino, universidades, entre outros).

DATA: 29 de junho de 2012
HORÁRIO: das 8h30 às 17h
LOCAL: CENTRO UNIVERSITÁRIO MOURA LACERDA
Rua Padre Euclides, 995 – Campos Elíseos
Ribeirão Preto – SP

INFORMAÇÕES:
Telefones:             (16) 3623-3940       ramal 223 (Rosana ou Rita) / 3636-2123 (Fernanda)



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REGULAMENTO

Inscrições

As inscrições são gratuitas e deverão ser realizadas através do formulário disponível no blogaeapardo.blogspot.com.br até 22/06/2012.

Submissão de Trabalhos
           
Os trabalhos (resumos) submetidos deverão relatar as atividades de educação ambiental desenvolvidas em 2012 em comemoração ao Dia Mundial da Água (22 de março), como por exemplo: concursos de desenho, fotografia, poesia, redação; visitas monitoradas; estudo do meio; trilhas; produção e discussão de textos; oficinas; debates; palestras; passeios ciclísticos; piqueniques; caminhadas; cursos de formação; simpósios; encontros; exibição de vídeos; apresentações teatrais e culturais; exposições; elaboração e distribuição de material informativo e formativo, entre outras.

Também serão aceitos trabalhos que tenham sido iniciados anteriormente, mas que tiveram continuidade no período entre o Dia Mundial da Água (22 de março) e o Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho). 

Os resumos poderão ser submetidos para apresentação em formato de painel ou possível apresentação oral, com o uso de multimídia, e arquivo em PowerPointO participante deverá informar a modalidade de apresentação escolhida ao submeter seu resumo.

Os resumos deverão ser encaminhados para o email aeapardo@gmail.com, conforme as normas específicas para submissão descritas aqui, e serão avaliados pelos membros da CT-AEA do CBH-PARDO. Do total de resumos submetidos na modalidade “apresentação oral”, serão selecionados 08 (oito) para apresentação oral durante o evento.

Somente serão selecionados os resumos dos trabalhos que tenham a(s) inscrição(ões) do(s) seu(s) autor(es) efetivamente comprovada(s).


  • Prazo para submissão e envio dos resumos: 11/06/2012.
  • Divulgação dos resumos aprovados para apresentação em painel e oral:15/06/2012.
  • Período para efetivação da inscrição no evento: 22/06/2012.





                    

NEGEP 2012

O Fórum NEPEG de Formação de Professores é um evento científico realizado a cada dois anos em parceria com instituições de ensino superior do Estado de Goiás, que possuem docentes vinculados ao NEPEG, como a UFG (Universidade Federal de Goiás) e a UEG (Universidade Estadual de Goiás). Conta também, com o apoio de docentes de outras instituições brasileiras, a exemplo da UFU (Universidade Federal de Uberlândia), UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UFT (Universidade Federal do Tocantins) e da UFS (Universidade Federal de Sergipe). e tem como objetivos: promover estudos, pesquisas, publicações e eventos em Educação Geográfica; promover a cooperação, o intercâmbio e a integração de pesquisadores e professores que atuam na Geografia e áreas afins, visando o desenvolvimento da Educação Geográfica; promover a criação de comissões de estudos e  pesquisas para a análise de questões sobre a Educação Geográfica; incentivar e publicar revistas, livros, artigos sobre Educação Geográfica; firmar convênios com instituições federais, estaduais ou municipais, bem como autarquias, sociedades de economia mista, fundações, entidades paraestatais, universidades e agências de apoio à pesquisa.

A comissão organizadora do VI FÓRUM NEPEG DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - Didática da Geografia: avanços teóricos e metodológicos convida para o lançamento de livros no dia 20/05/2012, às 20h, no Hotel diRoma Fiori, Caldas Novas/GO.
·         BENTO, Izabella Peracini; OLIVEIRA, Karla A. Teixeira de (Orgs.). Formação de professores: pesquisa e prática pedagógica em Geografia.Goiânia: PUC-GO, 2012.
·         CAVALCANTI, Lana de Souza. O ensino de Geografia na escola. Campinas, SP: Papirus, 2012.
·         RICHTER, Denis. O mapa mental no ensino de Geografia: concepções e propostas para o trabalho docente. São Paulo: Cultura Acadêmica/UNESP, 2012.






X Volta USP 2012





A Prefeitura do Campus USP de Ribeirão Preto - PUSP-RP e o Centro de Educação Física, Esportes e Recreação - CEFER, convidam para a 10ª VOLTA USP 2012.


Mais informações pelo site: http://www.ccrp.usp.br/pages/cefer/vu2012/

sábado, 5 de maio de 2012

Colóquio de Estudos "Contança T. Marcondes Cesar"

Divulgação do Colóquio de Estudos que acontecerá nos dias 25 e 26 de maio de 2012, na cidade de Piracicaba-SP.

Inscrições pelo site: www.coloquioconstanca.com.br

Mais informações nas imagens abaixo:


domingo, 29 de abril de 2012

CEU – CONGRESSO DE ENSINO UNIVERSITÁRIO


A reinvenção da aula expositiva


São Carlos, 25 e 26/08/2012

Convidamos professores, universitários, pós-graduandos, participantes do Programa de Aperfeiçoamento de Ensino, e todos os interessados, de qualquer área do conhecimento, a participarem do CEU – Congresso de Ensino Universitário, evento que tem os objetivos principais de:


1º) Divulgar as bases da Aula expositiva reinventada pelo Prof. Cintra, através da palestra de abertura e do lançamento de um livro+dvd sobre o tema;


2º) Apresentar uma mostra de palestras, de 15 min, sobre diversos temas de humanas, exatas e biológicas, ministradas por ex-alunos do Prof. Cintra na atividade de ensinar a ensinar, com a utilização dos princípios da aula expositiva reinventada;


3º) Oferecer uma oficina de voz, ministrada por fonoaudiólogas;


4º) Reunir interessados no ideal por um ensino universitário melhor;


Todos os inscritos receberão um exemplar de cortesia da nova obra do Prof. Cintra, Reinventando a aula expositiva (livro+dvd), e um convite gratuito para o jantar de confraternização.


Para fazer sua inscrição, clique aqui


Mais informações: http://www.eesc.usp.br/ceu/


Contato: cintrajc@sc.usp.br ou 16.3373.9500 / 16.9762.7744


Promoção e realização: Departamento de Geotecnia - EESC/USP

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Ribeirão Cultural: Iniciação Poética Fase II


Convite de lançamento do livro Ribeirão Cultural: iniciação poética-fase II, dia 25 de Abril de 2012, às 17h00, no Espaço Cultural de Extensão Universitária - ECEU.
Local: Av. 9 de Julho, 980 - Ribeirão Preto-SP.

Organizadores:
Alexandre Pereira Salgado Júnior
Filomena Elaine Paiva Assolini
Camilo André Mércio Xavier

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A História dos Mapas

O Documentário "A História dos Mapas", mostra a incrível evolução do estudo dos mapas. De 1000 a.C. até o Google Earth, as funções dos mapas e a influência do contexto político e cientifico para a evolução da cartografia. Produzido por BFC Productions - 2006.

Parte I


Parte II

terça-feira, 3 de abril de 2012

I Colóquio Temático de Geografia UnB

O Colóquio visa a discutir a relação entre patrimônio, cultura e natureza, enfatizando o reconhecimento
das leituras que se tem feito sobre usos, apropriações e empoderamento do patrimônio cultural brasileiro.
Reunirá diferentes pesquisadores da UnB, USP, UNESP, UFOP e UFU.


“Patrimonialização, Cultura e Natureza” - Dia 24 de abril de 2012


Programação:


Abertura (09:00 às 09:30)




Prof. Dr. Everaldo Batista da Costa (GEA - UnB)
Prof. Dr. Fernando Luiz Araújo Sobrinho (GEA - UnB)
Abertura (09:00 às 09:30)


Mesa Redonda I (09:30 às 12:00)
Patrimonialização da Cultura e da Natureza


Prof. Dra. Bernadete Castro (IGCE - UNESP)
Prof. Dra. Simone Scifoni (DG - USP)
Prof. Dr. Mário Diniz A. Neto (GEA - UnB)
Moderador: Prof. Dr. Leandro Brusadin (DETUR - UFOP)


Mesa Redonda II (14:00 às 16:30)
Valoração de paisagens e ressigni cação de territórios: debate sobre patrimônio Cultural


Prof. Dra. Solange T. Guimarães (IGCE - UNESP)
Prof. Dr. Anderson Pereira Portuguez (FACIP - UFU)
Porf. Dr. Francisco Capuano Scarlato (DG - USP)
Moderador: Prof. Dr. Valdir Steinke


Encerramento (16:30 às 17:00)
Prof. Dr. Dante Reis Júnior (GEA - UnB)




As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail:
coloquiogeogra a.unb@gmail.com
Enviar o nome completo, instituição de ensino, curso, telefone e E-mail

IV Jornada das Licenciaturas da USP

Ocorrerá nos dias 10 e 11 de maio de 2012, na Escola de Comunicações e Artes – ECA-USP a IV Jornada das Licenciaturas da USP, que terá como tema formação de professores e o compromisso da Universidade de São Paulo com a educação pública.
A Jornada é uma oportunidade de encontro, debate e reflexões sobre as experiências de professores e alunos da universidade e dos profissionais de ensino.
 As informações referentes às inscrições, programa, prazos para submissão de trabalhos e dicas de hospedagem estão no link do eventohttp://www.ivjornadalicenciatura.blogspot.com.br/
Informações:
Telefone:             (11) 3081-4081       - com Malu - das 14h00 às 17h30